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PESCAR EM DIAS FRIOS...É FRIA!!!

PESCAR EM DIAS FRIOS...É FRIA!!!

O frio interfere na vida dos animais aquáticos da mesma maneira que nos homens e outros animais terrestres. Por isso, todo pescador já pode ter observado que os peixes ficam menos ativos com as baixas temperaturas, principalmente as espécies tropicais e subtropicais, acostumadas ao clima brasileiro de “praia e sol” quase o ano todo. Mas o que ocorre com eles? Saiba mais, clique aqui.

Nas regiões brasileiras onde o inverno é mais rigoroso, como a Sudeste e Sul, fisgar um brigão pode ser uma tarefa árdua e até frustrante. O frio interfere na vida dos animais aquáticos da mesma maneira que nos homens e outros animais terrestres. Por isso, todo pescador já pode ter observado que os peixes ficam menos ativos com as baixas temperaturas, principalmente as espécies tropicais e subtropicais, acostumadas ao clima brasileiro de “praia e sol” quase o ano todo. Mas o que ocorre com eles?

Resumindo, é bem simples: no frio, os peixes reduzem todas as atividades do corpo, principalmente a alimentação. Com as temperaturas baixas, eles nadam menos e às vezes param totalmente de comer. Assim, não existe isca que o peixe morda, o que torna a pescaria no inverno uma aventura sem garantias de bons resultados.

De acordo com o pesquisador do Cepta (Centro de Pesquisas de Peixes Tropicais), Osmar Cantelmo, todas as espécies de peixes têm uma característica biológica que provoca esse chá de paradeira nos rios e represas durante o frio. Os peixes, diz ele, são “pecilotérmicos”, isto é, a temperatura do corpo varia de acordo com as variações da temperatura da água - esfriou a água, o corpo dos peixes esfria junto; se esquentar, esquenta junto. A única opção de “controle” da temperatura para o peixe é subir ou descer na coluna de água do rio (na superfície, a água é mais quente por causa do sol direto; no fundo do rio, a água é mais fria; e assim, o peixe encontra uma altura que lhe seja mais confortável.

TEMPERATURA IDEAL

Todos os animais, inclusive o homem, precisam de uma “temperatura ideal” para o funcionamento correto do organismo, o chamado “conforto térmico”. No homem, essa temperatura é em torno de 36,5 graus; acima disso é febre e abaixo é calafrio e tremedeira. Já entre os peixes, nos pacus, por exemplo, a temperatura ideal para o conforto térmico é em torno de 26 graus centígrados; nos tambaquis, entre 27 e 29 graus; o dourado, 25 graus e assim por diante. Como os peixes estão à mercê das variações externas de temperaturas (pecilotérmicos), nas águas frias do Inverno eles perdem o ponto ideal de funcionamento do organismo.

Dependendo do quanto a temperatura baixar, o peixe pode não resistir e morrer, como ocorreu em 2000 na represa de Porto Primavera, em Presidente Epitácio. Ali, depois de uma frente fria, houve uma mortandade de tucunaré, um peixe tropical amazônico, cujo “conforto térmico” está por volta de 25 graus centígrados. Para citar outro exemplo, o dourado pára totalmente de comer se a temperatura da água bater nos 18 graus; desse ponto para baixo, o peixe começa a sofrer com doenças até chegar à morte.

PEIXES DO RIO

Sabendo disso tudo, é fácil concluir que as espécies não-tropicais, importadas de países frios, são mais resistentes ao inverno e, por isso, garantem mais as boas pescarias nessa época. A truta, por exemplo, é originária de países frios, como Canadá e Estados Unidos e seu conforto térmico é em torno de 15 a 17 graus; quer dizer, pode “nevar” que a truta vai adorar. O black bass é outro importado que resiste ao frio e mantém a briga com o pescador; tilápias e o “catfish” americano são outras boas opções de pesca no frio. Entretanto, mesmo entre as espécies tropicais, existem aqueles peixes que têm maior versatilidade com as temperaturas e reagem bem mesmo quando a água esfria. É o caso de corvinas ou piaus.

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