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AMAZÔNIA - RIO TAPAJÓS | SANTARÉM | PARÁ

AMAZÔNIA - RIO TAPAJÓS | SANTARÉM | PARÁ

A pesca esportiva no Rio Tapajós, com saída de Santarém, proporciona uma experiência única e diferenciada. O roteiro inclui paradas no rio Arapiuns e contempla uma grande diversidade de lagos marginais. Os pescadores encontram uma ampla variedade e abundância de espécies, tais como tucunaré, trairão, cachorra, bicuda, além dos grandes exemplares amazônicos como jaú, piraíba, filhote, pirarara e pirarucu, entre outros. O iate Amazônia destaca-se como o maior e mais completo em infraestrutura para a prática da pesca esportiva da região, atuando como um hotel itinerante que conduz os participantes em expedições desde Santarém até as corredeiras de Itaituba, no coração da Amazônia. Essa jornada oferece oportunidades para experiências de pesca diversas em um único roteiro.

O Rio Tapajós – saiba mais

O Rio Tapajós representa um dos principais destinos de pesca esportiva do Brasil, caracterizando-se por suas margens de areia branca, águas límpidas e extenso ecossistema lacustre. Essas condições favorecem uma variedade significativa de espécies de peixes, tornando-se referência entre pescadores amadores. Há relatos que sugerem a presença de alguns dos maiores tucunarés do mundo nesse rio.

O Tapajós tem sua nascente próxima à Chapada dos Guimarães, no estado de Mato Grosso, sob o nome de Rio Verde, e recebe o Rio São Manuel em seu percurso. Entre Alta Floresta e Peixoto de Azevedo, ambos se unem, formando o Teles Pires, cuja navegação é dificultada pela presença de pedras e corredeiras. À medida que avança, observa-se a transição do cerrado para a floresta amazônica. Na divisa entre Mato Grosso, Amazonas e Pará, o Teles Pires encontra o Juruena, passando a ser denominado Tapajós.

Em Santarém (PA), o Tapajós deságua no Rio Amazonas, após percorrer um trecho significativo onde ocorre a mistura gradual entre as águas límpidas do Tapajós e as barrentas do Amazonas.

A cidade de Santarém oferece infraestrutura adequada para atender pescadores amadores de qualquer parte do planeta, pois dispõe de aeroporto com voos regulares, operadora especializada em pesca esportiva (SMV PESCA) e conta com embarcação considerada a maior e mais completa estrutura de pesca nesta modalidade de hospedagem: o Iate Amazônia, que também é considerado atualmente o mais robusto de sua categoria, com casco duplo reforçado e dois propulsores, permitindo navegar com total segurança tanto em águas turbulentas e profundas como em águas rasa de apenas 1,10m de profundidade. Com 131 pés e três conveses, o Iate Amazônia proporciona amplo espaço e comodidade: são 14 suítes com diferentes configurações de camas de casal e solteiro, acomodando até 42 passageiros; 5 camarotes exclusivos para a tripulação; salão restaurante para 36 pessoas, reversível em auditório para até 60 lugares; áreas externas de circulação do convés principal à popa, incluindo mirante de proa e, no segundo convés, SPA Jacuzzi e mirantes de proa e popa; deck solário com 80m² de área útil, uma parte coberta, churrasqueiras, serviço de bar. Conta ainda com dois reservatórios de água potável, totalizando 14 mil litros, sistemas de tratamento de água e dejetos e internet de alta velocidade mesmo durante a navegação.

Nas expedições de pesca ao Rio Tapajós registramos a abundância de espécies, com destaque para grandes peixes de couro e os populares tucunarés, matrinchãs e bicudas. Especificamente, exemplares de trairão variando entre 12 e 15 kg são frequentemente capturados, assim como Cachorra Larga (chamado também de dourado-cachorra) acima de 15 kg, conhecidos pelo desafio que impõem durante a captura. Espécies como jaús, pintados, pirarucus, piraíbas e filhotes destacam-se na categoria conhecida como "pesca pesada".

O tucunaré merece menção especial, sendo relevante planejar expedições específicas para essa espécie, visto o potencial de capturas variadas, desde exemplares menores até indivíduos de 8 ou 9 kg. O sucesso da pescaria depende diretamente da habilidade técnica e paciência do pescador, especialmente quando se utiliza linhas de resistência moderada (em torno de 20 libras ou 0,45 mm). Capturas de tucunarés com peso entre 5 e 6 kg são recorrentes na região.

Recomenda-se a utilização de iscas artificiais, tais como plugs e colheres. Para a pesca leve a média, são adequados molinetes médios, varas de ponta firme e linhas entre 0,35 e 0,50 mm. Nas técnicas de pesca para grandes espécies nos principais pontos, como a junção dos rios Tapajós e Amazonas frente a Santarém, são necessários equipamentos reforçados: molinetes ou carretilhas robustas, varas de maior bitola (acima de 0,80 mm) e anzóis superiores ao tamanho 8/0.

Os lagos do Tapajós apresentam dimensões consideráveis e características únicas, como pontos de pesca associados a estruturas submersas (pedras, ilhas e árvores). Entretanto, registros indicam boas capturas mesmo em áreas aparentemente comuns, como praias de areia, especialmente na modalidade de corrico.

As espécies mais comuns nestas condições são jaús, pintados, piraíbas e filhotes. O Rio Tapajós, assim, destaca-se como um cenário privilegiado para a pesca esportiva nacional, evidenciando o potencial natural brasileiro para esse segmento.

Fontes: Revista Aruanã
                 Capitão Silva - Relatórios de pescarias da empresa SMV Pesca

>>> Dicas e Check List para os CRUZEIROS e EXPEDIÇÕES

PESCA PESADA

Peixes de couro (pirararas, jaús, piraíbas, filhotes e outros): vara 80 a 120 libras com Carretilha ou Molinete que comporte:

-> Linha monofilamento 0.80 a 1,00 mm - ideal 200 a 300 metros de linha (mínimo 100 m)
-> Linha multifilamento de 120 libras ou mais, com leader de 10 metros ou mais de monofilamento 0.90 mm ou fluorcarbono correspondente.
-> Anzóis 10/0 e 12/0, empatados com cabo de aço flexível de 120 a 150 libras, com giradores proporcionais. 

Peixes de escama (pirarucus, tambaquis, caranhas e outros): vara 30 a 50 libras com carretilha ou molinete
-> Linha multifilamento de 8 fios,  70-80 libras, mínimo 100 metros.
-> Anzóis 6/0 e 8/0, empatados com cabo de aço flexível de 60 libras, com giradores proporcionais.

PESCA MÉDIA-LEVE

Tucunarés, bicudas, aruanãs, pirapitingas, pacus, cachorras, trairões e outros:

-> vara de ação rápida, 15 a 30 libras, com carretilha perfil baixo (ou molinete) que comporte mínimo 100 metros de linha multifilamento de 60-70 libras.
-> Iscas artificiais de diversas cores e tamanhos variados (meia água e superfície): hélices, jigs diversos (12 a 17 gramas), poppers, corisco 110, João Pepino etc.

*** Toda a região é especialmente favorável e indicada para a prática de Fly Fishing.

Dica especial para as iscas artificiais: que cada dupla (ideal que já venha pré-determinada) faça um único kit de iscas, de modo que cada pescador traga diferentes iscas em relação ao outro. Incluir neste mesmo kit para uso em dupla: 1 alicate de bico, alicate trava-peixe, 1 rolo de linha fluorcarbono para leader, snaps bem reforçados.

Tubo de varas: cada dupla de pescadores utilizar um único tubo.

Chumbadas: serão fornecidas sem custo.

Tuviras: não existem no local, nem é possível encomendar.

Minhocaçu: não existe na região. Cada cliente pode trazer, se desejar.


CHECK LIST (sugestão) para bagagem ficar compacta e funcional.

Cada pescador trazer estritamente o necessário.

  • Carteira de Identidade e Licença de Pesca Embarcada (porte obrigatório).
  • Desodorante, creme dental e escova, sabonete, creme hidratante (para minimizar efeitos da exposição ao sol); Cigarros (fumante).
  • Chinelo (tipo Havaianas) ou Glock que serve pra calçar também na pescaria (trazer um ou outro - não os dois).
  • Medicamentos de uso contínuo e outros rotineiros (analgésico, colírio, anti-histamínico, engov, sal de frutas).
  • Protetor solar fator 50 ou maior.
  • Repelente cremoso, que hidrata e não irrita a pele (frasco pequeno, poucos mosquitos).
  • Lanterna pequena (preferência recarregável).
  • Câmera fotográfica com respectivas baterias, cartões de memória e carregador (preferência apenas o celular, que tem câmera).
  • Óculos escuros polarizados; Chapéu ou boné tipo legionário (com protetor de nuca)
  • Tênis regata (viajar calçado com ele).
  • 1 par de luvas de tecido com palma emborrachada (facilita o manuseio dos peixes, para não escorregar e não machucar as mãos nem os peixes).
  • 1 guardanapo de pano (tipo saco de farinha).
  • 1 canivete bem afiado e um cortador de unhas pequeno.
  • Roupas de tecidos leves: 3 camisetas mangas compridas para pesca e 2 mangas curta, 2 bermudas ou calções, 2 calças tecido leve, cuecas e sunga. Uma das calças e uma das camisas já vir vestida no corpo durante a viagem.
  • Capa de chuva (preferência conjunto calça e blusa impermeáveis, tecido fino).
  • Máscaras com proteção solar para uso na pescaria.
  • Máscaras de tecido ANTI-COVID (pelo menos 6 unidades).

*** Temos serviço de lavanderia, exceto peçasíntimas (pagamento por peça lavada). Não há  serviço de passadeira.

OBSERVAÇÃO ADICIONAL: na Amazônia não faz frio!... as temperaturas variam de 25 graus à noite até 40 graus durante o dia, com sensação térmica de até 45 graus.

Capitão Silva - Personal Fishing

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